segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Um holiudiano que gostei - XEQUE-MATE

Ontem à noite, depois de ficar surpreso com um empate em zero a zero entre Santos e Palmeiras, já que esperava uma derrota do alvinegro praiano, finalmente assisti ao filme XEQUE-MATE (2006), de Paul McGuigan. Algumas pessoas já haviam feito propaganda benéfica do longa, mas só de pensar que atores como Josh Hartnett (Slevin) ou Lucy Liu (Lindsey) estavam no elenco, logo em minha cabeça aparecia filmes que não sou fã, como As Panteras ou qualquer outro enlatado holiudiano sem sal nem açúcar. Enganei-me. O filme é bom. É óbvio que tem vários elementos comerciais imprescindíveis para renda nas bilheterias - time de atores, final desconsertante, romancezinho, clímax etc e tal. Mas, houve algo de diferenciado neste longa. Houve um roteiro original, onde chefões da máfia não conseguiram exercer a famosa manipulação (símbolo-mor dos mafiosos - veja o logo do The Godfather, que é uma mão com uma marionete e minha tatuagem) e, literalmente, caíram do cavalo. Quando disse "literalmente" foi porque, na verdade, o filme envolve corridas de cavalos, onde, no início, um tombo de um deles vai representar muito para o longa. E vocês acreditam que até o romancezinho entre a asiática mais linda das telonas, Lucy Liu, e o garanhão ,Slevin, foi agradável assistir? Não foi meloso, muito menos suicida. Lembrou-me até o caso que Jack Nicholson teve com a guria em The Passenger ou Profissão: Repórter, do grande diretor Michelangelo Antonioni (1912-2007). Recomendo o filme.

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